Brasil entra em campo hoje pelo tudo ou nada diante da Bélgica

06/07/2018

Brasil entra em campo hoje pelo tudo ou nada diante da Bélgica

Tite confirma volta de Marcelo à seleção brasileira e prevê uma grande partida
O Brasil faz hoje à tarde o jogo do tudo ou nada, diante da Bélgica, pelas quartas de final da Copa do Mundo 2018. A partida será disputada às 14h (de Mato Grosso do Sul), em Kazan, na Rússia. Alisson, Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo; Fernandinho; Paulinho, Coutinho, Willian e Neymar; Gabriel Jesus. É com essa formação que o Brasil vai jogar. Tite confirmou a volta do lateral-esquerdo Marcelo, do Real Madrid, recuperado de um espasmo na coluna, mesmo depois das ótimas atuações de Filipe Luís contra a Sérvia – entrou aos 10 minutos de jogo – e o México. “Conversei com o Marcelo e o Filipe Luís. O Marcelo saiu por um problema clínico e não voltou no jogo seguinte por um problema físico, só poderia jogar de 45 a 60 minutos. O Filipe Luís jogou muito nos dois jogos, competem os dois, deixam a cabeça do homem um trevo. E por critério volta o Marcelo”, disse o técnico, que também confirmou a entrada de Fernandinho no lugar do suspenso Casemiro. Melhor ataque da Copa do Mundo de 2018, com 12 gols, a Bélgica entrou no caminho do Brasil depois de uma vitória explosiva de virada sobre o Japão, com um gol no lance final do confronto. A campanha de 100% de aproveitamento até agora na Rússia faz a comissão técnica brasileira ligar o alerta, e Tite acredita em um grande jogo nesta sexta-feira. “O poder criativo da Bélgica é muito forte, a qualidade, vai ser um grande jogo. São duas equipes que primam por um futebol bonito, cada uma com suas características. A Bélgica tem valores individuais de qualidade, um grande técnico, uma grande campanha.  Vai ser um grande jogo”. Segundo Tite, “a característica dos atletas empresta à equipe essa criatividade, esse repertório de jogadas que possam fazer gol. Ela foi de jogada construída o primeiro gol contra o México, saímos jogando, com iniciação, transição e gol. Sem o adversário tocar na bola”, disse. “Não sei, não tenho a referência total do que o adversário pode ter. O que eu busco, enquanto ideia, e desafio os atletas é manter e crescer.  Ficar com a sensação de ter feito o teu máximo, se vai ser superior ao outro é uma situação do jogo. Às vezes havia jogos que eu vencia, era escolhido como um dos destaques da partida e ia dormir pensando: não, eu jogo mais do que isso. E eles sabem disso, essa autocrítica do desempenho máximo, isso eu quero. Nos dois últimos jogos, todos os atletas que entraram em campo jogaram bem, isso fortalece a equipe”, destacou.

Correio do Estado