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20/11/2018

Treslagoenses podem participar do secretariado do governador Reinaldo Azambuja

Reinaldo Azambuja disse que trocará alguns integrantes do primeiro escalão para segundo mandato no Estado.
Reeleito para o segundo mandato como governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) disse que não deve manter todos os secretários que compõem o primeiro escalão de sua gestão. De acordo com o tucano, todas as secretarias, fundações e autarquias vão passar por uma avaliação para analisar quais tiveram o melhor desempenho, quais não conseguiram cumprir as metas e por quê.

 “Estamos analisando administrativamente os contratos de gestão, quais as áreas que avançaram bem e quais tiveram alguma deficiência. Nós controlamos isso nos contratos de gestão”, destacou. Em entrevista ao Correio do Estado, Azambuja ressaltou que é grato à equipe que compôs com ele os primeiros anos do Executivo estadual. Ele, que foi prefeito de Maracaju, deputado estadual e federal, esteve pela primeira vez à frente de Mato Grosso do Sul e conseguiu uma vitória apertada, com 52,35% dos votos válidos. “Nós somos muito gratos a toda a equipe, mas vamos ter de compor um governo com algumas mudanças, e essas mudanças vão ocorrer a partir de 1º de janeiro. 

Vamos analisar, não paramos ainda para analisar”, disse, justificando sobre quem deveria sair e quem deve ficar na gestão. Para a campanha eleitoral, os responsáveis pelas pastas de Administração e Infraestrutura, Carlos Alberto Assis e Marcelo Miglioli, deixaram o governo para ajudar na reeleição e se candidatar ao Senado Federal, respectivamente. Questionado sobre a possibilidade de ambos voltarem para o escalão do governo, Azambuja foi cauteloso. “A gente sabe que esse mandato termina dia 31 de dezembro. Janeiro é um novo mandato, um novo mandato, com certeza, com alguma mudança administrativa, não vai ser o mesmo quadro”, ressaltou. 

O governador disse que não vai apenas alisar o que não foi feito, mas sob qual justificativa as metas não foram cumpridas, e sabe que a crise financeira também prejudicou a execução de projetos. “Esses contratos de gestão são para todos secretários, autarquias e fundações. Nós acompanhamos esses contratos direto, talvez a culpa pelo não cumprimento de alguma meta não é do secretário também, muitas vezes não teve recurso. Então, nós vamos analisar isso e analisar uma reforma”.

DESEMPREGADO

O coordenador de campanha de Azambuja e ex-secretário Carlos Assis disse que está desempregado e não sabe quem o administrador do Estado deve tirar ou manter no governo. “Conversamos sobre o fechamento da campanha. Não houve nenhuma reunião para discutir nada com relação a esse assunto. Tenho de fechar a campanha. Vamos ver se ele chama, se chamar, vamos discutir”. Assis disse ainda que políticos com mandato devem ter preferência na gestão.
Em Três Lagoas o jornalista Luiz Corrêa da Silveira Filho em contato com pessoas politicamente fortes ligadas ao Governador Reinaldo Azambuja falaram que agora será a vez de Três Lagoas que vai participar de seu governo.

No momento os mais cotados do município é do conceituado advogado e empresário no ramos de imóveis, Dr Luis Carlos Areco; outro com nome citado na área da pecuária e agricultura é o engenheiro agrônomo Dr Orlando Baez, mais de 25 anos de relevantes serviços prestados como delegado do Ministério da Agricultura Federal em Campo Grande, teve seu nome citado como Ministro no Governo Fernando Henrique Cardoso.

Correio do Estado

 

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Nº 545 - 22 de maio de 2020

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